Ulmus chinesis. Este trabalho está em modelagem há 6 anos. Estas fotos foram tiradas depois do nascimento da nova brotação em 10 / 10 / 2009. Suiban feito em concreto.





Ulmus chinesis. Este trabalho está em modelagem há 6 anos. Estas fotos foram tiradas depois do nascimento da nova brotação em 10 / 10 / 2009. Suiban feito em concreto.





Welcome !
My name is Paulo Netto and I fell in love with this art at the age of 14, when I saw my first bonsai and peijing at a chinese exposition in Rio de Janeiro, 1979. Today I make and study this art for 17 years. My blog doesn’t have comercial purpose and my real goal is to publish my work, meet other bonsaists, prastise friends, share tecnical information and photos, and to pay homage to the big masters and professionals that make the difference in this art.
For Aido Bonsai in English enter : http://aidobonsaiinenglish.wordpress.com/
Email for contact: aidobonsaipaulonetto@gmail.com
Bem vindo !
O meu nome é Paulo Netto e me apaixonei por esta arte aos 14 anos de idade ao ver meu primeiro bonsai e penjing numa exposição sobre a China, no Rio de Janeiro, em 1979. Hoje crio e estudo a arte há 17 anos. O meu blog não tem fins comerciais e o seu objetivo é divulgar o meu trabalho, conhecer outros bonsaístas, fazer amigos, dividir informações técnicas e fotografias, e homenagear grandes mestres e profissionais que fazem a diferença nesta arte.Para entrar em contato use o Email: aidobonsaipaulonetto@gmail.com

Entre e conheça mais sobre o meu trabalho :
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Em 1992 eu construí um Suiban (bandeja) para colocar 9 buxinhos que haviam sido preparados para fazer um Penjing. A seguir todas as etapas da construção do Suiban e o trabalho após 7 anos.
1- Para resistência da bandeja ao sol e as constantes regas, escolhi a madeira Maçaranduba. Todas as traves estão emparelhadas dos dois lados com uma espessura de 1cm.

Clique em leia mais e veja todas as etapas:
Uma nova artista de 25 anos está se destacando na pintura de Fantasy Art, utilizando apenas o programa Paiter Photoshop. Seu nome é Yuehui Tang nascida na cidade de Shenzhen na China.



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Trabalhos do artista Michael Leadinghan:





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Desde os 10 anos eu pegava na biblioteca da minha avó o livro de Dante Alighieri para olhar os incríveis desenhos de Gustavo Dorê. Como adorava rock, os demônios e as ilustrações das penas capitais chamavam mais a minha atenção. Não que o inferno seja mais interessante, os anjos eram legais também, mas os raios, o fogo e os tridentes combinavam mais com rock pesado (rss). Estou colocando
aqui todas as ilustrações com o seu texto original, traduzido por José Pedro Xavier Pinheiro para editora Calçadense, em 1956. Chamo a atenção para os desenhos a traço em xilogravura de Gustavo Dorê. A luz e a sombra de seus desenhos são inacreditáveis. A esta matéria, no futuro, será acrescentado a história e a vida destes dois artistas impressionantes. Vou colocar aqui todos os textos de narração, e os 139 desenhos em sua ordem original. No futuro colocarei todo poema épico.
Vou postar todos os desenhos na ordem do livro que retrata a passagem de Virgílio pelo Inferno, Purgatório e o Paraíso. Esta é uma matéria dedicada à lembrança da minha avó Morella Viola Netto de Freitas, que amava pintura, desenho e especialmente este livro. Quando eu fazia algo errado, ou tirava notas baixas ela citava na mesma hora: ” Ai de vós ó condenados, deixai aqui toda esperança” .
Acompanhe Dante e Virgílio em sua trajetória e boa viajem.

A exploração de Dante do mundo espiritual mostrado em um exemplar da Divina Comédia: ao lado da entrada para o inferno, os sete terraços do Monte Purgatório e a cidade de Florença, com as esferas do Céu acima. Afresco de Michelino.
O poema chama-se “Comédia” não por ser engraçado mas porque termina bem (no Paraíso). Era esse o sentido original da palavra Comédia, em contraste com a Tragédia, que terminava, em princípio, mal para os personagens. Não há registro da data exata em que foi escrita, mas as opiniões mais reconhecidas asseguram que o Inferno pode ter sido composto entre 1304 e 1307-1308, o Purgatório de 1307-1308 a 1313-1314 e por último o Paraíso de 1313-1314 a 1321 (esta última data fecha com a morte de Dante). Dante escreveu a “Comédia” no seu dialeto local, ao criar um poema de estrutura épica e com propósitos filosóficos, Dante demonstrava que a língua toscana (muito aproximada do que hoje é conhecido como língua italiana, ou língua vulgar, em oposição ao latim, que se considerava como a língua apropriada para discursos mais sérios) era adequada para o mais elevado tipo de expressão, ao mesmo tempo que estabelecia o toscano como dialecto padrão para o italiano.
Dante, perdido numa selva escura, erra nela tôda a noite. Saindo ao amanhecer, começa a subir por uma colina, quando lhe atravessam a passagem uma pantera, um leão e uma lôba, que o repelem para a selva. Aparece-lhe então a imagem de Virgílio, que o reanima e se oferece a tirá-lo de lá, fazendo-o passar pelo Inferno e pelo Purgatório. Beatriz, depois,o guiará ao Paraiso. Dante o segue.

De nossa vida em meio da jornada, achei-me numa selva tenebrosa.

Não se afastava de ante mim a fera....

Que me investisse então cuido inquieto; Com fome e raiva atroz fronte levanta; Tremer parece o ar ao seu conspecto.

Respondeu, do meu pranto condoído; Te convém outra rota de hora avante?

Move-se o Vate então, após o sigo.
Ulmus chinesis, foto retirada em 10/10/2009. Altura 40 cm .

Foto atual tirada em 11/10/2009

Projeto digital para 2010. Aprimoramento da copa.
Sempre adorei desenhos e pinturas em preto e branco. As diferenças de traços, os materiais escolhidos por cada artista, se materializam em várias formas de iluminação no papel e nas telas. Aqui eu trago um arquivo com 300 desenhos de Larry Elmore, Clyde Caldewell,Frank Frazetta, Boris Vallejo, Fastner Larson, Daniel Pascarelli, Arantza, Douglas Shuler, Julie Bell, John Bolton, Frank Cho, Hannes, entre muitos outros.








Todos os assuntos e galerias de fotografias do meu bloog são relacionados a Bonsai, Penjing, cultura oriental e artes marciais. Porém, gostaria de dividir uma outra paixão que começou aos 9 anos ao conhecer os livros do meu pai dos artistas Frank Frazetta e Boris Vallejo. Fiquei fascinado pelos desenhos e pelas situações fantásticas que eram retratadas por esses artistas e comecei a fazer reproduções de suas obras em lápis pastel. Ao longo de 10 anos fui comprando livros e procurando na internet novos artistas e vou divulgar e disponibilizar aqui no bloog os meus arquivos de desenhos e pinturas.





Hans Ruedi Giger nasceu em Chur, na Suíça, em 1940, e morava na rua Storchengasse. Pintor, esculor e desenhista de cenários para cinema, ficou imortalizado com a direção de arte do filme de RidleyScoth, ALIEN 8˚ passageiro. O trabalho em ALIEN lhe deu o Oscar, e sua estética sombria que mistura elementos orgânicos com máquinas “Biomecanóides” foi inspiração para muitos outros diretores de ficção científica.


Sua paixão por desenho e modelismo veio ainda criança; sua mãe comprava vários tipos de plasticina e ele as moldava e construia cortejos carvavalescos de Basileia (festa típica suíça, semelhante ao nosso carnaval), e fazia as baquetas dos tambores com palitos de fósforo.

Giger ingressou na faculdade de arte aplicada de Zurich em 1962 depois de fazer 3 anos de desenho de arquitetura na Escola de Recrutas em Chur. A característica artística de Giger pode ser explicada por um comentário de um de seus mentores na cadeira de design e arquitetura Willie Guhl , ao vêr seus móveis feitos com ossos de animais: “ Giger, você faz sempre coisas tão doentias que até parecem pescoços de vaca”.


Giger usava, desde jovem, como base de inspiração para seus desenhos, tudo aquilo que sonhava. O texto baixo foi escrito por ele para o seu livro da Taschen:
Esta série de desenhos a tinta-da-china sobre transcop em formato A4 decorreu da transcrição e análise dos meus sonhos segundo a interpretação de Sigmund Freucl, tarefa a que me dediquei durante vários meses. Descobri que as horas que antecedem o sono são decisivas para a actividade onírica. Por isso, tentei de diversos modos influenciar os meus sonhos antes de adormecer! Alegrava-me o facto de o meu trabalho sistemático confirmar de forma evidente a teoria freudiana de interpretação dos sonhos.

Pensava inc1usivamente que qualquer psiquiatra teria interpretado as minhas transcrições de modo semelhante, e ter-me-ia contado o que eu queria ouvir ou o que já sabia. O facto de, segundo a minha lógica, qualquer psiquiatra poder compreender o simbolismo nelas contido foi, evidentemente, decisivo para a escolha do título que atribuí à série, “Uma pechincha para o psiquiatra”.

Pintura óleo sobre madeira.
A tatuagem é uma arte marginal. Só comecei a prestar-lhe atenção quando me mostraram temas de antigos quadros meus, principalmente pinturas a aerógrafo, em braços, pernas, costas ou outras partes do corpo. O que mais me surpreendeu, foi quando, numa convenção sobre tatuagem perto de Nova Iorque, um homem (Paul Ivank:o) levantou a perna das calças e me mostrou o meu retrato tatuado. Desde então, folheio todas as revistas de tatuagem, e encontro sempre novas versões, que o Leslie Barany tem recolhido com vista à publicação de um livro intitulado «H. R. Giger Under your Skin».

William Gibson, que é para mim o melhor escritor de ficção científica, autor de «Newromancem e de «Mona Lisa Overdrive», eternizou as minhas obras como modelo para os artistas da tatuagem no seu livro «Virtual Light». Nessa obra, pode ler-se o seguinte: «Tens um Giger nas costas.» O termo «biomecânico», que utilizo em muitos dos meus quadros, também parece caracterizar um estilo futurístico, em que o homem mostra o corpo à transparência, revelando que, por dentro, somos todos robôs. Admiro estes portadores de tatuagens; merecem o meu respeito. São os mais fiéis admiradores das minhas obras. Como portadores vivos dos meus quadros, assemelham-se a museus ao ar livre; não podem – pelo menos por enquanto – ser trancados em cofres, como acontece com as obras de arte dispendiosas.

Todos os artistas gráficos gostariam de fazer arte, e o mesmo acontece com os designers de mobiliário. Quem os impede disso? Os críticos? E qual é a diferença entre uma cadeira dum artista e uma cadeira dum designer? Em última análise, o facto de a cadeira do artista ter sido dispensada da sua função através de artifícios.

Basta um tampo oblíquo para ninguém se poder sentar nela! Mas como as nossas casas estão cada vez mais pequenas e não temos espaço para esculturas de grandes dimensões, precisamos de dar utilidade às obras de arte. Os objectos dos sarcófagos dos antigos egípcios (sobretudo o de Tut-Ank-Amon) também foram considerados grandes obras de arte, embora tenham uma finalidade. Enfim, que significa isto? – vivam os Wiener Werkstãtten!

Livro da editora Taschen com toda obra de H.R Giger
Existe uma série de trabalhos de Giger chamado “Mystery of San Gottardo”, são organismos sem cabeça, apenas reduzidos a uma perna e um braço. Giger representou todos signos do zodíaco, tendo como base apenas braços e pernas. Abaixo fotos de esculturas de alguns dos signos.

Signo de peixes

Signo de Touro

Signo de Virgem

Signo de Áries

Signo de Escorpião
Na cidade natal de Chur onde Giger nasceu, foi construído um museu em sua homenagem. O bar do museu foi todo construído seguindo as especificações e desenhos de Giger. A arquitetura e direção de arte nos transporta para dentro de uma nave futurista, e nos da impressão que um Alien vai surgir a qualquer momento servindo uma bebida.




Stephanie Pui-Mun Law é uma artista que gosta de pintar e desenhar o tema surrealista e de fantasia. Ela nasceu em 1976 nos Estados Unidos e se graduou na Universsidade de Berkeley em 1998. O trabalho de Stephanie foi muito imfluenciado pelos artistas impressionistas, surrealistas e pré realistas. A artista dedicou um bom tempo na elaboração de um completo tarô de 78 cartas, criado e elaborado dentro do tema da fantasia. Seus traços são marcantes e de movimentos fortes e angulados. Hoje Stephanie reside na cidade de Oakland na California.






Carta do tarot de Stephanie.

Carta do Tarot de Stephanie.